O Condor e o Dragão

O Condor é o símbolo dos Andes. O Butão é conhecido como a terra do Dragão.

Com muitas semelhanças geográficas e grande diversidade cultural, este dois países localizados nas cordilheiras dos Andes e dos Himalaias, apontam um novo caminho no relacionamento com a terra e com o conceito de desenvolvimento econômico. Bolívia e Butão nos falam que o índice de felicidade e bem estar de suas populações são muito mais importantes que do índice do PIB. Estes indicadores de felicidade não são medidos pelo o nível de consumo do cidadão e da comunidade, como acontece no mundo global, mas sim por parâmetros que consideram os valores ambientais, culturais e espirituais de suas populações.

O documentário está em fase de edição

O Condor e o Dragão
Quando o oriente encontra o ocidente é porque o mundo que os apartava não existe mais.
E o que antes era volta a ser.
Quando as cordilheiras se miram, se reconhecem numa utopia ancestral futurista .
Bem querer, bem viver.
Um vento novo sopra dos Himalayas aos Andes e vice versa.
El condor pasa.
O dragão sobrevoa Thimphu e vai dormir no Titicaca.
As cores e as faces se misturam e se conectam numa história não reconhecida pela história.
O que querem estes povos : A felicidade.
A felicidade pacífica do Butão conversa com a felicidade guerreira da Bolivia.
Preces que flutuam em bandeirinhas ao vento e percorrem as cordilheiras tão próximas do céu.
Budha abriu o universo dentro da humanidade, penetrando por alí o mesmo universo que o Amalta tiwanacota percorre no seu observatório atemporal.
Cosmovisão das cordilheiras indo e vindo desaguar na física moderna:
A face de deus é cósmica.
Quando o ocidente encontra o oriente é para celebrar um outro mundo possível.